sexta-feira, 11 de setembro de 2026

A MORTE COMO METÁFORA

Tenho imaginado minha morte,
o definitivo fim de toda minha sorte,
em uma manhã qualquer de agosto.

Tenho avistado, ali, minha morte
como se o  tempo fechasse meu corpo
nos idos do próximo agosto.

Tenho na fantasia da  minha morte
uma experiência tão intensa
que a extrapolo como mero acontecimento.





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