inútil e banal.
Quase tudo que penso, digo ou quero
é fútil.
Não vejo, portanto, razão para desejar eternidades quando tudo que me envolve é materia digna de esquecimento.
O fim é o melhor destino de uma vida consagrada a colecionar insignificâncias.
A morte é, no final das contas, o que há de mais justo na existência diante de nossa cotidiana irrelevância.
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