Tudo que é eterno é medíocre, insignificante.
Pois é a morte o que torna a vida interessante.O que passa é raro, singular e fecundo.
Tudo que morre é sublime, único.
Maravilhosa é a fragilidade deste puro instante que sustenta, provisoriamente,
a vida na incerteza do tempo e do espaço do corpo que um dia me fará morto.
Tudo que existe é longe,
dentro de mim distante.
Nenhum comentário:
Postar um comentário