Um silêncio que traduz o tempo que passa no corpo que envelhece,
que nos mata na memória que se perde.
Um silêncio tão absoluto que apaga todas as verdades e discursos,
tão profundo que supera a vida como simulacro que nos esclarece.
Há um silêncio crescendo em nossas palavras, adoecendo o dito e o escrito,
a representação e o simulacro.
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